Com amor, Cajueira

Chegamos a dez edições. Nossos planos de colheitas, plantios e produções saborosas só crescem

Oi, cajuzinho, tudo massa por aí, na medida do possível?

Se você está recebendo esta curadoria desde a edição #1, já podemos nos considerar íntimos e nos chamar assim, né?

Chegamos a cinco meses deste projeto de colheita nordestina do jornalismo independente. E, como todo bom jornalista, adoramos números redondos para comemorar. Já tínhamos planejado que na décima edição faríamos uma breve retrospectiva do que plantamos e pensaríamos o que ainda queremos produzir, além, é claro, de agradecer a todos os apoiadores e assinantes que receberam tão bem nossa curadoria. 

Já catalogamos pelo menos 70 iniciativas de jornalismo independente nos 9 estados do Nordeste. Colhemos materiais importantes que eles publicaram em suas plataformas. Abordamos temáticas como eleições, covid-19, vacinação, retorno das escolas, podcasts, desafios da independência na comunicação, lockdown, mulheres jornalistas nordestinas, cobertura nas cidades do interior.  

Nunca quisemos ser  avaliadoras dessas produções, porque não há necessidade. Buscamos, sim, destacar, fortalecer e fomentar o conteúdo que é feito com muita qualidade por jornalistas independentes da região que tem ⅓ dos estados brasileiros. E quando brotamos na terra das newsletters – diga-se de passagem muito povoada por autores sudestinos – fomos acolhidos com tanto carinho e euforia. 

Sentimos o quanto precisava de uma curadoria para expandir a pauta e o olhar nacional. Faltava na caixa de entrada aquele email sincero que apontasse abordagens do Nordeste feitas por quem é do território e sabe que somos muito mais que seca, praias exóticas e estereótipos. 

Não por acaso, somos no momento uma comunidade de 1.100 assinantes, já pensasse? E tem a turma no Twitter e Instagram também, que somados chegam a 2.500 seguidores. É uma satisfação danada plantar sementinhas na cabeça desse povo todinho.

Com a palavra, alguns cajuzinhos assinantes

Ei, pela misericórdia, não é a gente que tá dizendo, mas repara no que Jeniffer Mendonça tuitou:

E Priscila Pacheco materializou em um post nosso maior objetivo de vida 🥰

Luci Ana deixou a gente bestinha com esse tuíte 💃 ✨

E, com a Cajueira, saímos do lugar de curadoras e fomos entrevistadas por alguns veículos parceiros que curtiram a novidade. Viramos até notícia internacional, segura esse caju! Vamos parar por aqui pra não parecer que a gente tá se amostrando, mas tu não tem noção não de como é bom ter esse retorno.  


Faz o pix que ela ama 😍

Em dez edições, entendemos também que precisamos começar a tornar essa colheita sustentável para alcançar novas metas. Nossa curadoria continuará sendo gratuita, mas não precisa [e não deve] ser sempre voluntária. Temos muito o que plantar e crescer. Por isso, se tu gosta, apoia e vibra com a Cajueira, manda um pix para cajueira.ne@gmail.com. Qualquer valor já nos dá esperança para continuar nessa empreitada. Então, continue se servindo por aqui de diversidade e informação e, se der, manda um pix ;) 

Ah! A gente também quer ir além das interações nas redes sociais e e-mails, onde estamos sempre abertas às críticas, sugestões, dicas e trocas. A gente quer te conhecer melhor, saber teus gostos e o que queres degustar mais por aqui. É bem rapidinho, em duas garfadas de cuscuz tu responde esse formulário!

Saber quem são, o que pensam e de onde vêm nossos assinantes é tipo entender melhor o terreno em que estamos trabalhando pra saber o que mais podemos produzir nesse chão bonito. Só podemos adiantar que estamos cheias de ideias para unir e fortalecer ainda mais nossa plantação, no caso, o jornalismo independente do Nordeste. 


Castanhas

E pra não dizer que essa edição foi apenas uma "egotrip" da Cajueira, separamos aqui uma entrevista necessária que a Marco Zero Conteúdo de Recife fez com o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da Rede Análise Covid-19: “Não consigo nem imaginar até onde vamos chegar”. 


Relembrando as colheitas

Para encerrar essa edição comemorativa, reunimos (juntas e misturadas) as indicações que já passaram por aqui, que nos dão um orgulho danado e nos mantém firmes no propósito da Cajueira:

Coletivos, sites e perfis: Agência Saiba Mais (RN), Moderna Parahyba (PB), Agência Tatu (AL), Revista Afirmativa (BA), Mídia Bixa (CE), Corre Diário (PI), Marco Zero Conteúdo (PE), Agência Retruco (PE), O Info São Francisco (SE/BA), Repórter Nordeste  (AL), Negrê (CE), Agência Eco Nordeste (CE), Programa Contrafluxo (RN), O Corre Diário (PI), Mídia Caete (AL), NE45 (PE), Blog do Barreto (RN), Paraíba Feminina (PB), Revista Bárbaras (CE), Agência Tambor (MA), Revista Revestrés (PI), Alma Preta (PE), Blog do Velame (BA), Coar (PI), Ceará Criolo (CE), Eu Fêmea (AL), Agência Boa Notícia (CE), Cariri Revista (CE), Fala Dirceu (PI), Revista O Grito (PE), Blogueiras Negras (BA), Afoitas (PE), Escreva Lola Escreva (CE), Fabiana Moraes jornalista (PE), Bemdito (CE), Portal Acta (AL), OVA - Observatório da Vida no Agreste (PE), O Pedreirense (MA), Buliçoso (MA), Blog Folha do Sertão (PE), Ivan Baron (RN). 

Podcasts:As Cunhãs” (CE), Malamanhadas, (PI), Budejo (CE), Indo e Voltando (CE), Chá com Rapadura (CE), Os Reis da Cultura Inútil (CE), Mamede Connection (PE), Os Maiores em Linha Reta (PE), Arrumadinho Podcast (PE), Tambor Cast (MA), Por Trás da Mídia (SE), Rádio Novela (PE), Senta que Lá Vem a História (PB), Multicultura (BA), Papo Cajuína (PI), Deixe de Pantin (PE), Kilombas Podcast (CE), Embrazado (PE), Nordeste Hub (NE), Ecocast Nordeste (NE), Calumbi (BA), Fome de Ouvido (MA);

Daqui só podemos exaltar e agradecer por todos esses produtos de mídia nordestina existirem e resistirem. Nos aguardem que a gente tá aprontando coisa boa... 

Um cheiro de caju 🧡

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